COVID-19: Principais números do comércio eletrônico no mundo.

Cursos online, equipamentos esportivos, produtos de saúde, consumo, entre outros, têm uma maior procura pelo público.

Com o anúncio da pandemia do COVID-19, ocorreram, num primeiro momento, um movimento de compra concentrado dos produtos de primeira necessidade, “panic buying”, mas essa fase já passou. Agora os consumidores estão alterando sua maneira de se manterem abastecidos, e os focos de interesse estão evoluindo. Enquanto os setores de turismo e entretenimento são os mais afetados, as vendas de cursos online, equipamento esportivos, saúde e consumo estão em alta.

Como o comércio eletrônico está reagindo com crise do Corona vírus

O turismo é o principal setor penalizado.

Pontos turísticos no mundo todo estão fechados e salões, feiras e eventos foram cancelados. 

Após as ondas de cancelamentos, empresas do segmento do turismo enfrentam um futuro incerto. As de entretenimento estão se reinventando usando a tecnologia/internet, mas o impacto nas suas receitas é inevitável. Os períodos prolongados de isolamento social e a preocupação com as novas ondas da epidemia, impactam significativamente as reservas em hotéis e as compras de passeios turísticos até, pelo menos, o final do ano. As compras de passagem aéreas também diminuíram, mais de 20%, e o único setor que tem um bom desempenho é o das companhias de jatos privados, luxo para poucos, que estão registrando um aumento das reservas (+20 a 25% nos Estados Unidos). 

O que acontecerá com o varejo convencional? Abordamos esse assunto nesse post.

O comércio local em alta.

Interesse e compra de produtos de consumo têm aumento significativo nas lojas online.

Por outro lado, os produtos de consumo têm um maior interesse pelo público (mais 25,7 horas de procura) e registram um aumento médio de 20% nas vendas. O impacto é mais forte nos comércios locais. Empresas que investiram em ferramentas que proporcionam uma boa experiência de compra sem sair de casa, estão vendo o seu faturamento aumentar significativamente. Além disso, ferramentas como o PrestaShop ajudam o empreendedor a organizar os pedidos e poupar muito tempo. Na França, por exemplo, segundo Nielsen, a crise do Coronavírus afeta principalmente os hipermercados, que já estão em declínio há vários anos. As regras de isolamento social encorajam os consumidores a realizar compras no comércio local de maneira online. Com esse novo hábito de consumo, as entregas em domicílio aumentaram significativamente, e nós aqui da Lojas Virtuais e Sites acreditamos que veio para ficar!

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Mercado de materiais de saúde e higiene vão muito bem.

Farmácias e lojas de material hospitalar continuam crescendo.

Transações online registram aumento médio de 27%. Além do aumento de faturamento, analisando os dados analíticos de alguns clientes, a curva do total de impressão em motores de busca praticamente se igualou ao total de cliques. O que isso quer dizer? Quase todas as pessoas que viram o site/link nos resultados do Google, acessaram as lojas online.

Venda de produtos para prática de exercícios e cursos online crescem.

A empresa americana Peloton aumentou consideravelmente a venda de bicicletas e esteiras elétricas. A Decathlon duplicou as vendas, chegando a atingir as 12.000 encomendas por dia. Este aumento tem-se mantido ao longo das semanas. As vendas de trampolins e de mesas de ping-pong representam 30% das transações que antes representavam apenas 5% nessas mesmas épocas do ano.

Com mais tempo livre além de praticar mais exercícios em casa, as pessoas estão se dedicando a aprender coisas novas ou se aperfeiçoar com os cursos online. O segmento registra um aumento bastante significativo. Além disso algumas instituições de ensino adotaram ferramentas de LMS para levarem a escola para dentro da casa de seus alunos.

Tudo para continuar o trabalho de casa.

Halteres e tapetes de yoga não são os únicos investimentos dos consumidores. Com a introdução do “Home Office”, as vendas de produtos eletrônicos e de informática aumentaram. O Grupo Fnac-Darty registrou um aumento de +177% nas vendas. Computadores, impressoras, cartuchos, cabos, representam uma parcela grande dos carrinhos gerados. Além da necessidade de transformar a casa num escritório, a preocupação dos pais com as atividades escolares tem influenciado também as compras nesse segmento.

Eles voltaram, jogos de tabuleiro e quebra-cabeça estão em alta.

Os jogos de tabuleiro e quebra-cabeça também estão de volta neste período de isolamento social. A Puzzle Warehouse, uma loja de brinquedos de St. Louis, nos Estados Unidos, vendeu dez vezes mais na semana passada, segundo o Washington Post. Na Bélgica, as vendas online de quebra cabeças e jogos educativos aumentaram 438,50%. Pela primeira vez, a lista dos 10 brinquedos mais vendidos inclui 7 jogos de tabuleiro (Monopólio, Good Pay, Scrabble, Uno, Trivial Pursuit) e 3 categorias de quebra-cabeça (500, 1000 e 1500 peças).

Moda: Segmento de moda íntima se destaca durante a pandemia.

De maneira geral, as visitas às lojas de moda mantiveram-se estável, registrando apenas um pequeno aumento do tempo de permanência na loja online (+13,9%) e das transações (+7,3%). Já as lojas especializadas em lingerie, registraram um aumento significativo nas vendas, mais de 35%.

Estudo do mercado brasileiro apontam números impressionantes.

Foram analisados mais de 25 milhões de pedidos feitos em 4 mil lojas virtuais entre 1º de março e 25 de abril de 2020. Para o estudo, foram considerados apenas as vendas online de produtos físicos, não incluindo serviços, como viagens e turismo ou aplicativos de entrega, por exemplo. 

A categoria Brinquedos e Jogos chegou a registrar aumento de 434,70%, Supermercados (270,16%), Artigos Esportivos (211,95%), Eletrodomésticos (96,66%) e Cosméticos (88,02%). Entre as categorias que registraram maiores perdas estão Livraria (-46,43%) e Autopeças (-57,95%). Confira detalhes do levantamento:

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